quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A trajetória desse homem se confunde com a história de luta pela democracia desse país.

Somos jovens, somos José Dirceu!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Dilma, terceira mulher mais poderosa do mundo


NOVA YORK, 22 Ago (Reuters) - A revista Forbes colocou a presidente Dilma Rousseff em 3o lugar, pelo segundo ano consecutivo, em seu ranking anual das mulheres mais poderosa do mundo, que tem novamente a chanceler alemã, Angela Merkel, na liderança da lista dominada por políticas, empresárias e personalidades da mídia.
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, ficou em 2o lugar, numa repetição das três primeiras colocadas do ano passado.

A lista elencou mulheres envolvidas na política, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, entre outros campos. Elas foram classificadas de acordo com influência, quantidade de dinheiro que controla ou ganha, e presença na mídia.

"Essas mulheres de poder exercem influência de formas muito diferentes e para fins muito diferentes, e todas com impactos muito diferentes sobre a comunidade global", disse a presidente e editora da ForbesWoman, Moira Forbes.

A revista mencionou Dilma por sua liderança à frente do governo brasileiro e pelos índices de aprovação dentro do país.

A chanceler alemã (primeira-ministra) Merkel foi citada pela Forbes por sua firmeza em preservar a União Europeia e sua influência sobre a crise da dívida da zona do euro.

Hillary foi aplaudida pela forma como lidou com crises, como a divulgação de uma série de telegramas diplomáticos secretos dos Estados Unido pelo site WikiLeaks.

A média de idade das 100 mulheres mais poderosas do mundo segundo a revista, que são de 28 países, foi de 55 anos. Somadas, elas tinham 90 milhões de seguidores no Twitter, disse a Forbes.

Fonte: Forbes

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sobre a Desigualdade e a Educação no Brasileira




Seguirei a linha da postagem anterior, sobre a redução da pobreza no país, desta vez demonstrando o percurso da desigualdade no Brasil através do Índice de GINI.
Segundo o Blog da Cidadania, um dos principais fatores contribuintes para a redução da desigualdade no país foi a democratização da educação, especificamente as políticas de cotas raciais e sociais.
Essas políticas seguem num ritmo de expansão, favorecendo o desenvolvimento e inclusão sócio-econômico no país.

Quando a educação deixa de ser usada como arma contra a grande massa da população brasileira e passa a ter um papel inclusivo o Brasil começa a se estruturar e crescer igualmente. 

Vale a pena ler o estudo apresentado no Blog.